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BRASIL, Homem, de 15 a 19 anos, Portuguese, Esportes, Informática e Internet, musica MSN -
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O poder da leitura !
Eu aqui pensando ou melhor estava estava pensando na desculpa que ia dar por ter ficado tanto tempo sem escrever ......Mas, não á desculpa para isso pois trabalhar,todos trabalhamos estudar todos estudamos quando não fazemos os dois juntostemso familia amigos tudo isso nos toma algum tempo mas não o tempo suficiente para nos impedir de fazer aquilo que gostamos ou dizemso gostar de fazernão é??
Neste tempo que não escrevi as ideias, assuntos não deixaram de surgir nessa pequena mente aqui e como eu havia confessado a vocês que estava com dificuldades de relacionar minhas ideias e assuntos e transforma-los em textos acabei seguindo o conselhe de outros blogueiras com experiencia nisso assimque uma ideia nova surge acabo anotando pra não perde-la, deposi de seguir tais conselhos começei a refletir e percebi que o meu problemas não relacionar ou anotar as ideias era algo muito mais simples de se resolver um jeito que todos vocês ja sabem é aquela velha maxima não existe nenhum escritor que antes de tudo seja um otimo leitor e esse detalhe era o que faltava para mim voltar a escrever textos com clareza e assuntos legais, e isso é algo que acontece com todos que escrevem, todos nos lemos para ampliar nossos horizontes e ter uma outra visão do mundo isso sem excessões até mesmo aqueles que escrevem apenas o que sentem precisam ler para poder enquadrar tuas palavras da maneira correta e tornar o texto estimulante e prazeroso. Depois de pensar em tudoas essas coisas sobre leitura sobre o poder que ela exerce sobre nós lembrei um frase frase dita pelo meu professor que é uma verdade esta frase aqui."Nenhuma obra é totalmente original posi sofremos influencias a todo momento sja de livros ,filmes,musicas ou pessoas que convivemos no nosso dia a dia.
Escrito por Acácio Rodrigues às 21h03
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As palavras ...
Olha só que coisa estranha eu que vou vou prestar vestibular novamente esse ano, mas agora estou preparado para enfrentar as três provas que escolhi, me peguei em um pensamento acho que até um pouco sem noção até rsrs.....
olhem só, estava eu comentando com um colega, que este ano não fiz muitas redações e ele disse:É Acácio esse realmente você não fez muitos textos nas aulas ........Apartir desta conversa fiquei pensando e varias ideias surgiram para eu voltar a escrever com maior frequencia, só que no ônibus elas, as ideias vem como uma facilidade tão grande que até me espanto e quando chego aqui na frente, elas vão embora e de repente. Estranho ou será que isso é falta de inspiração, sinceramente tenho certeza que não, como diria meu professor e falta de assunto mesmo ou de oupinião quem sabe.
Mas uma coisa eu sei assunto sempre há, o que nos resta e nos informar e saber filtra-las, para que tais informações sejam convertidas a nosso favor. Hoje pela manhã entre o intervalo das aulas estava lendo jornal e vi algo que me chamou muito a atenção uma noticia ela dizia que o pais ganhapor ano 560 mil mães adolescentes por ano algo que de fato é preocupante para a nossa sociedade, 560 mil mães adolescentes por ano da uma media, 1 nova gestante a cada 55 segundos. Ouvi um comentario sobre estes dados de que esta pesquiza foi realizada somente nos estados em que o custo de vida é mais barato ou seja fora das grandes centros São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte e pensando bem este comentario foi bem infeliz pois a pessoa que disse isso não conhece o pais em que vive, primeiramente uma coisa deve ser perguntada existem mais pobres ou ricos ???? nos grandes centros o custo de vida é verdade são mais altos sim, mas mesmo assim a maioria da população é de baixa renda sim. Então se tivermos uma visão mais ampla de tudo o que acontece ao nosso redor conseguiremos ter boas oupiniões e não sairemos dando vexame como esta pessoa fez hoje, passou vergonha.Bom tanto falei que acabei indo por outro caminho, mas tudo bem ainda esta em tempo, resumindo este auto indice de adolescentes gravidas é um reflexo da má distribuição de tudo aquilo que é vital para se viver bem neste mundo movido pelo capital $$$$$.um modo de produção no qual estamos inseridos e que ja se tornou parte de nós por isso grande parte das pessoas não se incomoda em ver tanto desigualde miseria e violencia.
agradeço pelas visitas.
Escrito por Acácio Rodrigues às 21h46
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Aqui nesta cidade maluca!! rs
pessoal estou aqui de volta ao meu blog, mais para visitar outros blogs do que para escrever pois neste cidade doida aqui não tenho tempo disponiel para fazer uma das coisas que eu mais gosto escrever !! mas eu estou tentando me adaptar aos meus novos horarios, e não esqueci de visitar outros blogueiros e prestigiar esse mundo cheio de ideias invenções, oupiniões e etc.
Muito obrigado pelas visitas procuro sempre estar a visitar todos!!
Escrito por Acácio Rodrigues às 14h54
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Terminando a trilogia!!
este é o ultimo dos três textos sobre o caso Huck uma discussão bem interessanto e saudavel com os diferentes pontos de vista da sociedade.
Texto produzido pelo cantor e compositor Zeca Baleiro.
O rolo do Rolex
Por Zeca Baleiro
No início do mês, o apresentador Luciano Huck escreveu um texto sobre o roubo de seu Rolex. O artigo gerou uma avalanche de cartas ao jornal (Folha de S.Paulo), entre as quais uma escrita por mim. Não me considero um polemista, pelo menos não no sentido espetaculoso da palavra. Temo, por ser público, parecer alguém em busca de autopromoção, algo que abomino. Por outro lado, não arredo pé de uma boa discussão, o que sempre me parece salutar. Por isso resolvi aceitar o convite a expor minha opinião, já distorcida desde então.
Reconheço que minha carta, curta, grossa e escrita num instante emocionado, num impulso, não é um primor de clareza e sabia que corria o risco de interpretações toscas. Mas há momentos em que me parece necessário botar a boca no trombone, nem que seja para não poluir o fígado com rancores inúteis. Como uma provocação.
Foi o que fiz. Foi o que fez Huck, revoltado ao ver lesado seu patrimônio, sentimento, aliás, legítimo. Eu também reclamaria caso roubassem algo comprado com o suor do rosto. Reclamaria na mesa de bar, em família, na roda de amigos. Nunca num jornal.
Esse argumento, apesar de prosaico, é pra mim o xis da questão. Por que um cidadão vem a público mostrar sua revolta com a situação do país, alardeando senso de justiça social, só quando é roubado? Lançando mão de privilégio dado a personalidades, utiliza um espaço de debates políticos e adultos para reclamações pessoais (sim, não fez mais que isso), escorado em argumentos quase infantis, como "sou cidadão, pago meus impostos". Dias depois, Ferréz, um porta-voz da periferia, escreveu texto no mesmo espaço, "romanceando" o ocorrido. Foi acusado de glamourizar o roubo e de fazer apologia do crime.
Antes que me acusem de ressentido ou revanchista, friso que lamento a violência sofrida por Huck. Não tenho nada pessoalmente contra ele, de quem não sei muito. Considero-o um bom profissional, alguém dotado de certa sensibilidade para lidar com o grande público, o que por si só me parece admirável. À distância, sei de sua rápida ascensão na TV. É, portanto, o que os mitificadores gostam de chamar de "vencedor". Alguém que conquista seu espaço à custa de trabalho me parece digno de admiração.
E-mails de leitores que chegaram até mim (os mais brandos me chamavam de "marxista babaca" e "comunista de museu") revelam uma confusão terrível de conceitos (e preconceitos) e idéias mal formuladas (há raras exceções) e me fizeram reafirmar minha triste tese de botequim de que o pensamento do nosso tempo está embotado, e as pessoas, desarticuladas.
Vi dois pobres estereótipos serem fortemente reiterados. Os que espinafraram Huck eram "comunistas", "petistas", "fascistas". Os que o apoiavam eram "burgueses", "elite", palavra que desafortunadamente usei em minha carta. Elite é palavra perigosa e, de tão levianamente usada, esquecemos seu real sentido. Recorro ao "Houaiss": "Elite - 1. o que há de mais valorizado e de melhor qualidade, especialmente em um grupo social [este sentido não se aplica à grande maioria dos ricos brasileiros]; 2. minoria que detém o prestígio e o domínio sobre o grupo social [este, sim]".
A surpreendente repercussão do fato revela que a disparidade social é um calo no pé de nossa sociedade, para o qual não parece haver remédio -desfilaram intolerância e ódio à flor da pele, a destacar o espantoso texto de Reinaldo Azevedo, colunista da revista Veja, notório reduto da ultradireita caricata, mas nem por isso menos perigosa. Amparado em uma hipócrita "consciência democrática", propõe vetar o direito à expressão (represália a Ferréz), uma das maiores conquistas do nosso ralo processo democrático.
Não cabendo em si, dispara esta pérola: "Sem ela [a propriedade privada], estaríamos de tacape na mão, puxando as moças pelos cabelos". Confesso que me peguei a imaginar esse sr. de tacape em mãos, lutando por seu lugar à sombra sem o escudo de uma revista fascistóide. Os idiotas devem ter direito à expressão, sim, sr. Reinaldo. Seu texto é prova disso.
Igual direito de expressão foi dado a Huck e Ferréz. Do imbróglio, sobram-me duas parcas conclusões. A exclusão social não justifica a delinqüência ou o pendor ao crime, mas ninguém poderá negar que alguém sem direito à escola, que cresce num cenário de miséria e abandono, está mais vulnerável aos apelos da vida bandida.
Por seu turno, pessoas públicas não são blindadas (seus carros podem ser) e estão sujeitas a roubos, violências ou à desaprovação de leitores, especialmente se cometem textos fúteis sobre questões tão críticas como essa ora em debate.
Por fim, devo dizer que sempre pensei a existência como algo muito mais complexo do que um mero embate entre ricos e pobres, esquerda e direita, conservadores e progressistas, excluídos e privilegiados. O tosco debate em torno do desabafo nervoso de Huck pôs novas pulgas na minha orelha. Ao que parece, desde as priscas eras, o problema do mundo é mesmo um só - uma luta de classes cruel e sem fim.
Lembrando que todos os três textos foram publicados na Folha de São Paulo.
Escrito por Acácio Rodrigues às 18h28
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Segunda parte!!!
Agora a versão do rapper e escritor Ferrez !!!
nessa discussão que ainda tem seu seu ultimo capitulo
Opinião: Pensamentos de um "correria"
FERRÉZ
ELE ME olha, cumprimenta rápido e vai pra padaria. Acordou cedo, tratou de acordar o amigo que vai ser seu garupa e foi tomar café. A mãe já está na padaria também, pedindo dinheiro pra alguém pra tomar mais uma dose de cachaça. Ele finge não vê-la, toma seu café de um gole só e sai pra missão, que é como todos chamam fazer um assalto.
Se voltar com algo, seu filho, seus irmãos, sua mãe, sua tia, seu padrasto, todos vão gastar o dinheiro com ele, sem exigir de onde veio, sem nota fiscal, sem gerar impostos.
Quando o filho chora de fome, moral não vai ajudar. A selva de pedra criou suas leis, vidro escuro pra não ver dentro do carro, cada qual com sua vida, cada qual com seus problemas, sem tempo pra sentimentalismo. O menino no farol não consegue pedir dinheiro, o vidro escuro não deixa mostrar nada.
O motoboy tenta se afastar, desconfia, pois ele está com outro na garupa, lembra das 36 prestações que faltam pra quitar a moto, mas tem que arriscar e acelera, só tem 20 minutos pra entregar uma correspondência do outro lado da cidade, se atrasar a entrega, perde o serviço, se morrer no caminho, amanhã tem outro na vaga.
Quando passa pelos dois na moto, percebe que é da sua quebrada, dá um toque no acelerador e sai da reta, sabe que os caras estão pra fazer uma fita.
Enquanto isso, muitos em seus carros ouvem suas músicas, falam em seus celulares e pensam que estão vivos e num país legal.
Ele anda devagar entre os carros, o garupa está atento, se a missão falhar, não terá homenagem póstuma, deixará uma família destroçada, porque a sua já é, e não terá uma multidão triste por sua morte. Será apenas mais um coitado com capacete velho e um 38 enferrujado jogado no chão, atrapalhando o trânsito.
Teve infância, isso teve, tudo bem que sem nada demais, mas sua mãe o levava ao circo todos os anos, só parou depois que seu novo marido a proibiu de sair de casa. Ela começou a beber a mesma bebida que os programas de TV mostram nos seus comerciais, só que, neles, ninguém sofre por beber.
Teve educação, a mesma que todos da sua comunidade tiveram, quase nada que sirva pro século 21. A professora passava um monte de coisa na lousa -mas, pra que estudar se, pela nova lei do governo, todo mundo é aprovado?
Ainda menino, quando assistia às propagandas, entendia que ou você tem ou você não é nada, sabia que era melhor viver pouco como alguém do que morrer velho como ninguém.
Leu em algum lugar que São Paulo está ficando indefensável, mas não sabia o que queriam dizer, defesa de quem? Parece assunto de guerra. Não acreditava em heróis, isso não!
Nunca gostou do super-homem nem de nenhum desses caras americanos, preferia respeitar os malandros mais velhos que moravam no seu bairro, o exemplo é aquele ali e pronto.
Tomava tapa na cara do seu padrasto, tomava tapa na cara dos policiais, mas nunca deu tapa na cara de nenhuma das suas vítimas. Ou matava logo ou saía fora.
Era da seguinte opinião: nunca iria num programa de auditório se humilhar perante milhões de brasileiros, se equilibrando numa tábua pra ganhar o suficiente pra cobrir as dívidas, isso nunca faria, um homem de verdade não pode ser medido por isso.
Ele ganhou logo cedo um kit pobreza, mas sempre pensou que, apesar de morar perto do lixo, não fazia parte dele, não era lixo.
A hora estava se aproximando, tinha um braço ali vacilando. Se perguntava como alguém pode usar no braço algo que dá pra comprar várias casas na sua quebrada. Tantas pessoas que conheceu que trabalharam a vida inteira sendo babá de meninos mimados, fazendo a comida deles, cuidando da segurança e limpeza deles e, no final, ficaram velhas, morreram e nunca puderam fazer o mesmo por seus filhos!
Estava decidido, iria vender o relógio e ficaria de boa talvez por alguns meses. O cara pra quem venderia poderia usar o relógio e se sentir como o apresentador feliz que sempre está cercado de mulheres seminuas em seu programa.
Se o assalto não desse certo, talvez cadeira de rodas, prisão ou caixão, não teria como recorrer ao seguro nem teria segunda chance. O correria decidiu agir. Passou, parou, intimou, levou.
No final das contas, todos saíram ganhando, o assaltado ficou com o que tinha de mais valioso, que é sua vida, e o correria ficou com o relógio.
Não vejo motivo pra reclamação, afinal, num mundo indefensável, até que o rolo foi justo pra ambas as partes.
REGINALDO FERREIRA DA SILVA, 31, o Ferréz, escritor e rapper, é autor de "Capão Pecado", romance sobre o cotidiano violento do bairro do Capão Redondo, na periferia de São Paulo, onde ele vive, e de "Ninguém é Inocente em São Paulo", entre outras obras.
Escrito por Acácio Rodrigues às 13h16
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Lembrei de uma discussão!!!
Pontos de vistas diferentes de um fato!!!
tirem suas conclusões primeiro a versão do apresentador luciano huck.escrita no jornal folha de são paulo.
Opinião: Pensamentos quase póstumos
LUCIANO HUCK
Luciano Huck foi assassinado. Manchete do "Jornal Nacional" de ontem. E eu, algumas páginas à frente neste diário, provavelmente no caderno policial. E, quem sabe, uma homenagem póstuma no caderno de cultura.
Não veria meu segundo filho. Deixaria órfã uma inocente criança. Uma jovem viúva. Uma família destroçada. Uma multidão bastante triste. Um governador envergonhado. Um presidente em silêncio. Por quê? Por causa de um relógio.
Como brasileiro, tenho até pena dos dois pobres coitados montados naquela moto com um par de capacetes velhos e um 38 bem carregado.
Provavelmente não tiveram infância e educação, muito menos oportunidades. O que não justifica ficar tentando matar as pessoas em plena luz do dia. O lugar deles é na cadeia.
Agora, como cidadão paulistano, fico revoltado. Juro que pago todos os meus impostos, uma fortuna. E, como resultado, depois do cafezinho, em vez de balas de caramelo, quase recebo balas de chumbo na testa.
Adoro São Paulo. É a minha cidade. Nasci aqui. As minhas raízes estão aqui. Defendo esta cidade. Mas a situação está ficando indefensável.
Passei um dia na cidade nesta semana -moro no Rio por motivos profissionais- e três assaltos passaram por mim. Meu irmão, uma funcionária e eu. Foi-se um relógio que acabara de ganhar da minha esposa em comemoração ao meu aniversário. Todos nos Jardins, com assaltantes armados, de motos e revólveres.
Onde está a polícia? Onde está a "Elite da Tropa"? Quem sabe até a "Tropa de Elite"! Chamem o comandante Nascimento! Está na hora de discutirmos segurança pública de verdade. Tenho certeza de que esse tipo de assalto ao transeunte, ao motorista, não leva mais do que 30 dias para ser extinto. Dois ladrões a bordo de uma moto, com uma coleção de relógios e pertences alheios na mochila e um par de armas de fogo não se teletransportam da rua Renato Paes de Barros para o infinito.
Passo o dia pensando em como deixar as pessoas mais felizes e como tentar fazer este país mais bacana. TV diverte e a ONG que presido tem um trabalho sério e eficiente em sua missão. Meu prazer passa pelo bem-estar coletivo, não tenho dúvidas disso.
Confesso que já andei de carro blindado, mas aboli. Por filosofia. Concluí que não era isso que queria para a minha cidade. Não queria assumir que estávamos vivendo em Bogotá. Errei na mosca. Bogotá melhorou muito. E nós? Bem, nós estamos chafurdados na violência urbana e não vejo perspectiva de sairmos do atoleiro.
Escrevo este texto não para colocar a revolta de alguém que perdeu o rolex, mas a indignação de alguém que de alguma forma dirigiu sua vida e sua energia para ajudar a construir um cenário mais maduro, mais profissional, mais equilibrado e justo e concluir --com um 38 na testa-- que o país está em diversas frentes caminhando nessa direção, mas, de outro lado, continua mergulhado em problemas quase "infantis" para uma sociedade moderna e justa.
De um lado, a pujança do Brasil. Mas, do outro, crianças sendo assassinadas a golpes de estilete na periferia, assaltos a mão armada sendo executados em série nos bairros ricos, corruptos notórios e comprovados mantendo-se no governo. Nem Bogotá é mais aqui.
Onde estão os projetos? Onde estão as políticas públicas de segurança? Onde está a polícia? Quem compra as centenas de relógios roubados? Onde vende? Não acredito que a polícia não saiba. Finge não saber. Alguém consegue explicar um assassino condenado que passa final de semana em casa!? Qual é a lógica disso? Ou um par de "extraterrestres" fortemente armado desfilando pelos bairros nobres de São Paulo?
Estou à procura de um salvador da pátria. Pensei que poderia ser o Mano Brown, mas, no "Roda Vida" da última segunda-feira, descobri que ele não é nem quer ser o tal. Pensei no comandante Nascimento, mas descobri que, na verdade, "Tropa de Elite" é uma obra de ficção e que aquele na tela é o Wagner Moura, o Olavo da novela. Pensei no presidente, mas não sei no que ele está pensando.
Enfim, pensei, pensei, pensei. Enquanto isso, João Dória Jr. grita: "Cansei". O Lobão canta: "Peidei". Pensando, cansado ou peidando, hoje posso dizer que sou parte das estatísticas da violência em São Paulo. E, se você ainda não tem um assalto para chamar de seu, não se preocupe: a sua hora vai chegar.
Desculpem o desabafo, mas, hoje amanheci um cidadão envergonhado de ser paulistano, um brasileiro humilhado por um calibre 38 e um homem que correu o risco de não ver os seus filhos crescerem por causa de um relógio.
Isso não está certo.
LUCIANO HUCK, 36, apresentador de TV, comanda o programa "Caldeirão do Huck", na TV Globo. É diretor-presidente do Instituto Criar de TV, Cinema e Novas Mídias.
Escrito por Acácio Rodrigues às 21h16
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Insegurança faz prostitutas trocarem noite pelo dia em São Paulo
da Folha Online
Prostitutas de São Paulo trocam a insegurança da noite nas ruas pelo dia, como mostra a reportagem deste domingo na da Folha (exclusivo para assinantes do jornal e do UOL).
O repórter Willian Vieira traz na reportagem a rotina de garotas de programa que trabalham somente durante o dia para enfrentar menos violência. As "belas da tarde" --uma referência à jovem que se prostitui no filme "A Bela da Tarde"-- cobram de R$ 60 a R$ 100 e se espalham pelas ruas do centro de São Paulo.
Segundo a reportagem, as moças não enfrentam resistência da Polícia Militar, comerciantes da região e tem entre seus clientes "preferidos" os advogados engravatados, que pagam mais caro pelo programa.
Parte do dinheiro pago pelos clientes vai para hotéis que abrigam os encontros e a duração média dos programas é de 20 minutos.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u377750.shtml
È olhem chegamos, Imaginem se andar no centro velho aqui da capital para elas está tão perigoso imaginem para os outros moradores da região. O engraçado é ver que nosso prefeito neste ano eleitoral prefere gastar dinheiro reformando praças, colocando novos passeios na av. paulista e esquece da segurança junto com nosso governador que só sabe falar da saúde mas nossos hospitais continuam com atendimentos ridículos, e eles se esquecem das escolas e outras coisas importantes.
Escrito por Acácio Rodrigues às 13h12
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!!!Dando Valor!!!
Dias atras estive me lembrando daquelas aulas "chatas" de filosófia do primeiro ano como eram chatas cansativas afinal não realizavamos nada que pudesse mudar minha vida e eu me perguntava onde vou usar isso quando sair da escola e continuava a resmungar mas sempre concluindo as tarefas mesmo não gostando afinal de contas a materia poderia me reprovar se eu não conseguisse boas notas.Mas apesar da materia ser exaustiva o professor era legal alias agora e um amigo, passado aquelas aulas do primeiro ano no terceiro ano senti falta delas e como. E hoje tenho certesa que se não fosse aquelas aulas chatas na qual o prossefor nos fizesse definir o "amor" em 60 linhas ou o odio em mais 60 linhas eu não teria a facilidade de escrever na qual tenho hoje não teria meu blog e meu mundo seria 10000000 de vezes menor do que é hoje ainda acho ele pequeno ´pe dou um conselho a todos tenham paciencia pois aquilo que é chato exaustivo cansativo um "saco" pode ser a coisa que você mais dará valor a amanha pois riá lhe ajudar no trabalho e na sua vida pessoal ou em qualquer outro lugar uma coisa é verdade nada que se aprende nessa é jogado fora pode apostar um dia você vai usar tal conhecimento seja cedo outarde mais irá usa-lo.
Deixo aqui um grande abraço aos meus professores do ensino medio
Francisco(geografia) E genildo (filosófia)
Escrito por Acácio Rodrigues às 20h10
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Ainda vivo!! rsrs Voltei
Neste tempo sem blogar não precisei procurar muitos assuntos eles vieram naturalmente Fidel castro renunciando, computadores da petrobras sendo roudabos em caso de espionagem industrial, cartões corporativos, Japão lançando um mega satelite que irá nos proporcionar uma conecção de internet muito mais rapida do que a conhecida e utilizada por nós, Ronaldo infelizmente se machucando outra vez e ontem o incidente com o Brasileiro naturalizado croata Eduardo Silva bom varios assuntos para para quem gosta de escrever e comentar.
Fora os acontecimentos da vida pessoal que me tras varios assuntos.
Mas vou falar sobre o programa que estreiou ontem na record news tv chamado Link Brasil que irá abordar temas referentes a tecnologia internet em geral. Tema do programa de abertura foi A blogosfera mostrando a interferencia dos blogs no nosso cotidiano e suas ultilidades e mostrando o aumento repentino dos blogueiros eo desafio de se mostrar inovador e original nesse nosso mundo virtual.
Escrito por Acácio Rodrigues às 11h38
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Sem muito a dizer!!
Passando aqui Só pra dizer que estou a
procura de algo legal escrever para vocês
enquanto procuro fico aqui comemorando meu
aniversario Que alegria.
Logo escreverei.
Escrito por Acácio Rodrigues às 07h51
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O monge e o executivo.
Uma historia sobre a essência da liderança.
Leonard Hoffman, um famoso empresário que abandonou
sua brilhante carreira para se tornar monge em um mosteiro
beneditino, é o personagem central desta envolvente história
criada por James C. Hunter para ensinar de forma clara e
agradável os princípios fundamentais dos verdadeiros líderes.
Se você tem dificuldade em fazer com que sua equipe dê o
melhor de si no trabalho e gostaria de se relacionar melhor
com sua família e seus amigos, vai encontrar neste livro
personagens, idéias e discussões que vão abrir um novo
horizonte em sua forma de lidar com os outros. É impossível
ler este livro sem sair transformado. O Monge e o Executivo
é, sobretudo, uma lição sobre como se tornar uma pessoa melhor.
Editora Sextante
Eai vai mais uma dica de leitura para todos.
Escrito por Acácio Rodrigues às 22h11
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Você tem liderança ou poder???
Liderança: É a habilidade de influenciar pessoas para trabalharem
entusiasticamente visando atingirmos objetivos identificados
como sendo para o bem comum.
Poder: È a faculdade de forçar ou coagir alguém a fazer
Sua vontade por causa de sua posição ou força
Mesmo que a pessoa preferisse não o fazer.
Ensinamentos que tirei um livro que estou lendo, logo,
Direi o nome do livro.
Escrito por Acácio Rodrigues às 09h05
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A Arte da Guerra (indicação)
A arte da guerra
A arte da guerra, do guerreiro-filósofo, chinês.
Sun Tzu, escrito aproximadamente no século III.
a.C. é um dos mais sábios e importantes tratados
De estratégia militar.
O texto aplica-se á competição e ao conflito geral
Em todos os níveis. Sua meta é a vitória sem luta.
Alguns de seus princípios estratégicos são,
Vencer todos sem lutar/ evitar a força, atacar a fraqueza,
Antes de vencer os outros vencer a si próprio.
Arte da Guerra vem sendo utilizado, como uma metáfora;
No campo de batalha em que se transformou a concorrência
Entre as empresas.
O livro de Sun Tzu tornou-se um clássico. Hoje presidentes
De corporações, lideres políticos e altos executivos o estão.
Utilizando como um manual de marketing.
Bom livro para quem gosta de ensinamentos antigos
E até milenares e temo abordado se encaixa perfeitamente
Em algumas situações vividas hoje em dia. Existem varias
Versões e esta que estou terminado de ler são da Editora
Martin Claret.
Escrito por Acácio Rodrigues às 17h24
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Relato sobre a amazonia!!!
Recebi esse email de uma ex-colega de trabalho
que saio de são paulo para morar com a famlia
em roraima.
A PRÓXIMA GUERRA
Segue abaixo o relato de uma pessoa conhecida e séria, que passou recentemente em um
concurso público federal e foi trabalhar em Roraima. Trata-se de um Brasil que a gente não conhece.
As duas semanas em Manaus foram interessantes para conhecer um Brasil um pouco diferente, mas chegando
em Boa Vista (RR) não pude resistir a fazer um relato das coisas que tenho visto e escutado por aqui.
Conversei com algumas pessoas nesses três dias, desde engenheiros até pessoas com um mínimo de instrução.
Para começar o mais difícil de encontrar por aqui é roraimense, pra falar a verdade, acho que a proporção
é de um roraimense para cada 10 pessoas é bem razoável, tem gaúcho, carioca, cearense, amazonense, piauiense,
maranhense e por aí vai. Portanto falta uma identidade com a terra. Aqui não existem muitos meios de
sobrevivência, ou a pessoa é funcionária pública, e aqui quase todo mundo é, pois em Boa Vista se concentram
todos os órgãos federais e estaduais de Roraima, além da prefeitura é claro. Se não for funcionário público a
pessoa trabalha no comércio local ou recebe ajuda de Programas do governo. Não existe indústria de qualquer
tipo. Pouco mais de 70% do Território roraimense é demarcado como reserva indígena, portanto restam apenas 30%,
descontando-se os rios e as terras improdutivas que são muitas, para se cultivar a terra ou para a localização
das próprias cidades. (Na única rodovia que existe em direção ao Brasil (liga Boa Vista a Manaus, cerca de 800 km)
existe um trecho de aproximadamente 200 km reserva indígena Waimiri Atroari) por onde você só passa entre 6:00 da
manhã e 6:00 da tarde, nas outras 12 horas a rodovia é fechada pelos índios (com autorização da FUNAI e dos
americanos) para que os mesmos não sejam incomodados.
Detalhe: Você não passa se for brasileiro, o acesso é livre aos americanos, europeus e japoneses. Desses 70%
de território indígena, diria que em 90% dele ninguém entra sem uma grande burocracia e autorização da FUNAI.
Detalhe: Americanos entram na hora que quiserem, se você não tem uma autorização da FUNAI mas tem dos
americanos então você pode entrar. A maioria dos índios fala a língua nativa além do inglês ou francês,
mas a maioria não sabe falar português. Dizem que é comum na entrada de algumas reservas encontrarem-se
hasteadas bandeiras americanas ou inglesas. É comum se encontrar por aqui americano tipo nerds com cara
de quem não quer nada, que veio caçar borboleta e joaninha e catalogá-las, mas no final das contas pasme,
se você quiser montar um empresa para exportar plantas e frutas típicas como cupuaçu, açaí camu-camu etc.
medicinais, ou componentes naturais para fabricação de remédios, pode se preparar para pagar 'royalties'
para empresas japonesas e americanas que já patentearam a maioria dos produtos típicos da Amazônia...
Por três vezes repeti a seguinte frase após ouvir tais relatos: É os americanos vão acabar tomando a
Amazônia e em todas elas ouvi a mesma resposta em palavras diferentes. Vou reproduzir a resposta de
uma senhora simples que vendia suco e água na rodovia próximo de Mucajaí:
'Irão não minha filha, tu não sabe, mas tudo aqui já é deles, eles comandam tudo, você não entra em
lugar nenhum porque eles não deixam. Quando acabar essa guerra aí eles virão pra cá, e vão fazer o que fizeram
no Iraque quando determinaram uma faixa para os curdos onde iraquiano não entra, aqui vai ser a mesma coisa'.
A dona é bem informada não? O pior é que segundo a ONU o conceito de nação é um conceito de soberania e as áreas
demarcadas têm o nome de nação indígena. O que pode levar os americanos a alegarem que estarão libertando os povos
indígenas. Fiquei sabendo que os americanos já estão construindo uma grande base militar na Colômbia, bem próximo
da fronteira com o Brasil numa parceria com o governo colombiano com o pseudo objetivos de combater o narcotráfico.
Por falar em narcotráfico, aqui é rota de distribuição, pois essa mãe chamada Brasil mantém suas fronteiras abertas
e aqui tem Estrada para as Guianas e Venezuela. Nenhuma bagagem de estrangeiro é fiscalizada, principalmente se for
americano, europeu ou japonês, (isso pode causar um incidente diplomático)... Dizem que tem muito colombiano traficante
virando venezuelano, pois na Venezuela é muito fácil comprar a cidadania venezuelana por cerca de 200 dólares.
Pergunto inocentemente às pessoas; porque os americanos querem tanto proteger os índios. A resposta é absolutamente a mesma,
porque as terras indígenas além das riquezas animais e vegetais, da abundância de água são extremamente ricas em ouro
(encontram-se pepitas que chegam a ser pesadas em quilos), diamante, outras pedras preciosas, minério e nas reservas norte
de Roraima e Amazonas, ricas em PETRÓLEO.
Parece que as pessoas contam essas coisas como que num grito de Socorro a alguém que é do sul, como se eu pudesse dizer isso
ao presidente ou a alguma autoridade do sul que vá fazer alguma coisa.
É pessoal, saio daqui com a quase certeza de que em breve o Brasil irá diminuir de tamanho. Um grande abraço a todos. Será que
podemos fazer alguma coisa???
Acho que sim...........
obs: como a chuvinha bem me lembrou este e-mail esta circulando
na net é coisas podem ter sido acrecidas a ele mas é sempre bom lembrar
que não podemos esquecer este patriomonio da nossa nação.
Escrito por Acácio Rodrigues às 23h16
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CIENTISTAS BRITÂNICOS desenvolveramuma técnica que permite a criação de “espermatozóides femininos”, gerados a partir de célulastronco da medula óssea das mulheres.
A descoberta pavimenta o caminho para que em menos de uma década casais de lésbicas tenham herdeiras biológicas, excluindo a necessidade de homens na concepção. No sentido inverso, gays homens poderão gerar óvulos e prescindir de mulheres até a fecundação – embora não haja prognóstico de vida para o embrião fora de um útero feminino. Experiências de ponta nesse sentido acontecem também no Brasil
A experiência está sendo conduzida na universidade de Newcastle pela mesma equipe que, em abril do ano passado, logrou transformar células-tronco da medula óssea de homens em espermatozóides. Em ambos os casos, os espermatozóides gerados são imaturos. Karim Nayernia, um dos chefes da pesquisa, disse à “New Scientist” aguardar autorização do comitê de ética da universidade para maturar a célula, deixando- a capaz de fecundar óvulos. Não há certeza, contudo, se os bebês dos espermatozóides femininos seriam sadios. Além disso, pela falta do cromossomoY nas mulheres, casais lésbicos só poderiam gerar meninas.
Fonte:http://www.metropoint.com/cgi-bin/WebObjects/Metro.woa/wa/selectEdition?countryName=Brazil&editionName=MetroSaoPaulo
Desejo a Todos um otimno carnaval
Escrito por Acácio Rodrigues às 21h14< | |